quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Opções de Certificação em Gerenciamento de Projetos

A certificação na área não é obrigatória, mas abre muitas portas. Saiba quais opções existem.

Por Fabiana Monte, do COMPUTERWORLD = 25 de junho de 2008 - 11h10

A importância de ter uma certificação na área de gerenciamento de projetos é uma discussão freqüente entre profissionais do setor. Ela não garante um bom emprego, aumento salarial ou promoção, mas funciona como uma comprovação de que o profissional tem habilidades técnicas para atuar como gerente de projetos.

“A certificação auxilia na tomada de decisão de quem está contratando, mas não garante a competência do profissional”, diz Keiji Sakai, Head of IT do JP Morgan.

Quem tem interesse em obter uma certificação deve ficar atento às opções existentes no mercado. Entidades como PMI (Project Management Institute), ABGP (Associação Brasileira de Gestão de Projetos) e a Prince2 oferecem diversos tipos e níveis de certificação. A seguir, você confere informações sobre custos, prazos e reconhecimento de cada uma delas.

PMI

PMP: O Project Management Institute oferece a PMP (Project Management Professional), mais reconhecida e tradicional certificação em gerenciamento de projetos em todo o mundo. Há mais de 5,7 mil profissionais PMP no Brasil, segundo dados de março do capítulo de São Paulo do PMI.

Para obter essa certificação, é preciso ter 4,5 mil horas de experiência e 36 meses em gerenciamento de projetos. Profissionais sem diploma de nível superior devem contar com 7,5 mil horas e 60 meses de experiência na área. O PMI também exige 35 horas de treinamento na área.

A base para a prova é o PMBOK, compêndio das melhores práticas de gerenciamento de projetos, mas existem treinamentos específicos para o exame, assim como outros livros que podem servir de apoio.

Uma vez certificado, a cada três anos o PMP precisa comprovar, junto ao PMI, que continua se desenvolvendo na área. Para isso, no período, ele deve somar 60 PDUs, que funcionam como créditos que ele acumula ao realizar atividades como palestras, artigos, cursos ou participação em projetos.

Em São Paulo, associados do PMI pagam 405 dólares para fazer a prova. Quem não é associado desembolsa 555 dólares. Informações sobre cursos, material de apoio e como marcar a prova, estão disponíveis no site do PMI.

CAPM: Para profissionais que não têm ou acumulam pouca experiência em liderar um projeto, a indicação do PMI é a certificação CAPM (Certified Associate in Project Management). O exame custa 225 dólares para membros do PMI e 300 para quem não é associado. Há 21 CAPMs no País.

Para se submeter a esta prova, é preciso acumular 23 horas de treinamento em gerenciamento de projetos ou no mínimo 1,5 mil horas como membro de equipe de projeto. Os candidatos precisam ter pelo menos segundo grau completo.

Esta certificação tem validade de 5 anos e ao final deste período, o profissional pode se submeter a uma nova prova ou optar pela certificação PMP, caso possa comprovar a experiência exigida pelo PMI.

PgMP: A Project Management Professional é voltada para gerentes de programa, ou seja, para profissionais que gerenciam vários projetos de forma coordenada com um objetivo comum.

Quem tem curso superior precisa ter, nos últimos 15 anos, quatro anos de experiência em gerenciamento de projetos e outros quatro em gerenciamento de programas. Se o candidato não tem graduação, deve ter quatro anos de experiência em gerenciamento de projetos e outros sete anos em gerenciamento de programas.

O profissional é avaliado em três etapas. Durante o processo de inscrição, será considerada sua experiência profissional. Se for aprovado, ele passará para a segunda etapa, com uma prova de múltipla escolha sobre questões ligadas à rotina de gerenciamento de projetos.

A terceira fase é um exame 360 graus para avaliar habilidades em tarefas ligadas ao gerenciamento de programas. O candidato também deverá preencher uma auto-avaliação e indicar 12 pessoas como referência para avaliação.

O processo completo custa 1.500 dólares, para associados PMI, e 1.800 dólares para quem não é membro do instituto. Segundo o PMI, há apenas dois PgMPs no Brasil.

PMI-SP: A certificação PMI Scheduling Professional foi lançada recentemente. Ela é voltada para profissionais que respondem pelo cronograma, pelo planejamento de um projeto. O exame custa 520 dólares para associados e 670 para não-associados do PMI.

Para obter o título, candidatos que não-graduados devem ter 5 mil horas em desenvolvimento de cronogramas dentro dos últimos 5 anos e 40 horas de educação formal. Profissionais com curso superior precisam de 3.500 horas em desenvolvimento de cronogramas nos últimos 5 anos e 30 horas de educação formal.

Prince 2: Mais conhecida na Europa, especialmente no Reino Unido, a Prince2 ainda está dando os primeiros passos na América do Sul. Com proposta totalmente diferente das certificações do PMI, a Prince 2 é uma metodologia e tem como objetivo estabelecer um passo a passo para gerenciar projetos. Ela tem três níveis de certificação: Foundation, Practicioner e Instrutor Certificado.

Os dois primeiros não exigem qualquer tipo de experiência prévia e são cumpridos dentro de um mesmo treinamento de 40 horas, realizado em uma semana. A prova do Foundation acontece na quarta-feira e a do Practitioner, na sexta.

Para passar pelo terceiro nível, o profissional deve comprovar horas de experiência e é auditado pelo OGC (Office of Government Commerce). O exame, neste caso, só pode ser aplicado por um instrutor Prince2 – há apenas dois no Brasil, segundo a Elumini, consultoria oficial dessa metodologia por aqui, que está estruturando um treinamento no país.

O custo estimado do treinamento das duas primeiras etapas é de 7 mil reais por aluno, de acordo com a Elumini. É possível comprar o manual do Prince2, em inglês, pela Internet e fazer as provas na Inglaterra. O valor dos dois exames é 555 libras, aproximadamente 1.760 reais.

No site da APMG, órgão responsável por manter a padronização no treinamento e na certificação da Prince2, há a informação de que é possível fazer testes fora do Reino Unido, no British Council. No entanto, a unidade do Brasil informou que não tem a estrutura necessária para aplicar o exame.

IPMA: A certificação da International Project Management Association, representada no país pela ABGP (Associação Brasileira de Gestão de Projetos), tem quatro níveis: “a” (diretor de projetos associado), “b” (gerente de projetos sênior certificado), “c”(gerente de projetos certificado), “d” (associado em gerenciamento de projetos certificado).

A estimativa é que existam cerca de 70 profissionais certificados no Brasil, em todos os níveis. A IPMA pretende avaliar não apenas o conhecimento dos profissionais sobre as melhores práticas, mas também suas competências.

As certificações “c” e “d” são as únicas que exigem a realização de exames. No “d”, não é preciso ter qualquer experiência prévia e a avaliação se dá exclusivamente por meio da prova. Já no “c”, é necessário contar com três anos de experiência e o processo de avaliação envolve entrevista, exame e avaliação do currículo do candidato.

Já o nível “b” exige cinco anos de experiência em gerenciamento de projetos, dos quais três como gerente de projetos complexos. O candidato também passa por entrevista e avaliação curricular, além de ter que apresentar um relatório de projeto no formato de dissertação.

O nível “a” ainda não é oferecido pela ABGP, pois a associação terá que trazer profissionais do exterior para certificar pessoas no Brasil. Os requisitos de certificação, no entanto, são mesmos do nível “b”. A exceção é que o tempo de experiência na área sobe para 10 anos, metade como diretor de programas.

Os custos das certificações para não-sócios da ABGP giram em torno de 650 reais, no nível “d”; 1.400 reais, no nível “c”; e 3.450 reais no nível “b”. Sócios têm desconto de, em média, 20% sobre esses valores.

segunda-feira, 16 de julho de 2007

[ ML ] Uso dos dispositivos móveis na aprendizagem: vantagens e limitações!

Resultados da pesquisa de Zurita et al (2004) mostram que tecnologias móveis de uma maneira geral, quando aplicadas à educação, ajudam fortemente a resolver vários problemas de coordenação, comunicação, organização, negociação, interatividade e colaboração. Pode-se explicar essas possibilidades de melhoria e resolução de problemas em ambientes de ensino, devido a capacidade de mobilidade dos dispositivos que aumentam o contexto de aprendizado dos usuários, possibilitando o acesso de informações relevantes a todo o momento e lugar para os diversos atores envolvidos no respectivo ambiente de educação. Nesse contexto, é importante relevar que a eficácia do aprendizado como um todo é fortemente influenciado pelo grau e aceitação dos usuários com os dispositivos móveis.

Em contrapartida aos inúmeros benefícios promovidos pelos dispositivos móveis nos ambiente virtuais de educação, destacam-se muitas limitações e dificuldade de aceitação, tanto para o desenvolvimento, quanto para o uso. A primeira grande limitação é no âmbito tecnológico, tais como: telas reduzidas, pouca largura de banda e baixo processamento. Uma outra limitação relevante é em relação ao uso das aplicações difundidas, haja vista os altos custos com infra-estrutura, a não familiaridade de muitas pessoas como os recursos providos pelos dispositivos e as inúmeras barreiras sócio-culturais ainda existentes.

[ ML ] Características e tendências do mercado de M-Learning no Brasil

As exigências por métodos e ferramentas que acelerem o processo de aprendizado é cada vez mais constante na sociedade da informação. É quase uma imposição da globalização estar on-line com as constantes mudanças e novidades que aparecem, além da necessidade de interação cada vez maior. É notória também a exclusão daqueles que não conseguem acompanhar toda essa tempestade de aprendizado.

Acompanhando essas demandas de processos educacionais mais eficazes, as tecnologias que os respaldam não param de evoluir. Infra-estruturas de hardware, software e redes estão permitindo desenvolver aplicações computacionais robustas e efetivas do ponto de vista educacional.

Nas décadas de 70 e 80 surge o conceito de e-learning para revolucionar o paradigma de educação a distância, crescendo com a popularização dos computadores pessoais por volta da década de 90 . São ínumeros os benefícios utilizados e validados em diversos métodos de ensino em diversas organizacões. Mais recentemente este conceito está sendo extendido para novas tecnologias que acompanham o conceito de mobilidade, sendo conhecido como m-learning.

Um ponto a se destacar é que as aplicações de m-learning não se limitam a uma “miniaturização” do e-learning, onde requisitos são adaptados em telas menores, de acordo com suas limitações tecnológicas. O m-learning vem, de fato, para complementar a educação através da mobilidade proporcionando aos usuários do mesmo novas formas de colaboração e percepção no ambiente educacional .

Atualmente existe uma tendência de desenvolvimento de aplicações móveis em diversos segmentos. Este crescimento se deve por diversos motivos. Além do já referido desenvolvimento contínuo dos recursos tecnológicos, está também aumentando consideravelmente a acessibilidade dos dispositivos móveis e dos serviços por eles oferecidos à população brasileira. Segundo a ANATEL (Agência Nacional de Telecomunicações) a quantidade de telefones móveis é maior do que linhas fixas e diariamente cresce o número de downloads por celular. Vale salientar também o considerável aumento dos espaços wireless em locais públicos, o que fomenta o crescimento de aplicações portáveis.

Maiores demandas por informação, evolução tecnológica constante, aumento na acessibilidade de computadores móveis e serviços correlatos, e crescentes investimentos públicos e privados em ambientes de rede sem fio apontam tendências auspiciosas para a formação de um mercado de m-learning representativo na economia e nas diretrizes educacionais no Brasil.

[ ML ] M-learning num contexto de aprendizado informal

O aprendizado informal pode ser percebido de forma intencional ou acidental [Eraut, 2000]. O primeiro é percebido quando o aprendiz participa de atividades informais mas tem consciência de estar inserido em um ambiente propício ao aprendizado e, portanto, está aprendendo enquanto interage com o mesmo. O segundo, por sua vez, acontece de forma não intencional, sem perceber que está aprendendo, ou seja, o indivíduo executa uma determinada atividade sem intenção direta de aprender, mas aprende sem a consciência de estar estudando.

Explorar o aprendizado informal é uma ótima vantagem proporcionada pelo m-learning uma vez que este estimula que em ambientes de pouca formalidade educacional se tornem propícios ao estudo. Isto não quer dizer que o m-learning só acontece através do aprendizado informal. Afinal, ambientes específicos para o aprendizado formal podem ser encontrados também dentro do conceito de mobile learning. Um exemplo disto poderia ser um quiz a ser respondido através de um PDA com o qual o professor avaliaria o conhecimento dos respondentes. Esta não pode ser classificada como informal já que possui especificação, avaliação e prazo que a formalizam.

O m-learning, todavia, é fortemente influenciado pelo aprendizado informal. Um exemplo disto seria um portal educacional em sua versão para celulares onde o aluno acessa o portal em ambientes informais com o intuito de estudar e assim o faz. Este ambiente pode estimular o aprendizado informal quando permite ao aluno executar atividades que não estão diretamente associadas a formalidade da educação tradicional, ou seja, atividades educacionais executadas sem compromisso sendo feitas por espontaneidade própria de cada um.

Desta forma, o m-learning permite que, em ambientes informais, usuários sejam capazes de aprender. A motivação para o m-learning está presente quando o aluno dispõe de grande mobilidade e liberdade de escolha de suas ações. Isto é, o aluno é capaz de praticar as atividades que quiser dentre aquelas disponíveis no ambiente de acordo com suas intenções pessoais e o contexto em que se encontra naquele momento.

Por Guilherme Carvalho!

[ ML ] Conceitos e correntes do M-learning

Os conceitos, bem como o estado de arte do ensino a distância para dispositivos móveis evoluiu bastante ao longo desses últimos cinco anos. Atualmente, existem algumas correntes que entendem m-learning a depender de alguns aspectos bem específicos. O MIT, na sua ultima revisão da literatura em 2004, classificou essas correntes em quatro perspectivas:

  • Technocentric: vista como perspectiva dominante na literatura, essa perspectiva traz o mobile learning como o aprendizado através do uso de dispositivos móveis como PDA, mobile phone, iPod etc.
  • Relacionada com e-learning: caracteriza mobile learning como uma extensão do e-learning. [Traxler, 2005]
  • Aumento da educação formal: Na literatura de mobile learning, educação formal é muitas vezes caracterizada pelo ensino face-a-face, ou mais especificamente, o ensino em sala de aula. Essa perspectiva traz o mobile learning como qualquer forma de educação "tradicional" que não seja em sala de aula.
  • Centrada no aprendiz: Focada na mobilidade do aprendiz. "Qualquer forma de aprendizado que acontece quando o aprendiz não está parado, em local predeterminado, ou o aprendizado que acontece quando o aprendiz toma vantagem de oportunidades de aprendizado oferecida por tecnologias mobile" [O´Malley et al., 2003]

Em relação ao ponto de vista adotado pelo blog, o m-learning é caracterizado pelo aprendizado em movimento ou aquele que - mesmo parado - utiliza dispositivos móveis como ferramenta de apoio. Para exemplificar o uso desse conceito adotado, seguem alguns cenários do m-learning:

Cenário 01:

  • Uma caminhada no parque da jaqueira com m-learning poderia ser feita com a instalação de pequenos terminais de acesso ao longo da pista onde enquanto caminha o indivíduo poderia parar e pegar informações relacionadas a saúde ou meio ambiente, por exemplo, seguindo sua caminhada até encontrar outro(s) terminal(is).

Cenário 02:

  • Um motorista enquanto dirige lê outdoors que ensinem algum conteúdo. Isto poderia ser enquanto está parado no sinal, por exemplo, ter um letreiro que ensina leis do trânsito. O motorista aprende enquanto se movimenta de um local a outro.

segunda-feira, 22 de janeiro de 2007

[ ML ] Percepção em ambientes de ensino a distância

O conceito de percepção está relacionado intrisecamente aos sentidos do corpo humano. Assim, muitos recursos são explorados em ambientes de ensino virtuais para gerar um mecanismo de feedback orientados ao aprendizado, a partir de estímulos a esses sentidos.

Quando se fala de percepção em ambientes virtuais, é notória a motivação para o desenvolvimento de interfaces que melhorem o entedimento dos usuários em duas perspectivas: Atividades envolvidas no processo (tanto as que estão sendo desenvolvidas, como as potenciais), uma segunda seria das responsabilidades em relação ao ambiente (seja por parte desse usuário, seja por parte de terceiros).

Tais benefícios aumentam o potencial de colaboração das aplicações, permitindo uma maior facilidade de interação entre os atores, bem como a construção de artefatos colaborativos. Atualmente, são bem explorados alguns artefatos com sons e imagens, que dão idéis de que usuários estão logado e/ou participando de determinada atividades, um exemplo clássico é um chat.

Portanto, um dos grandes benefícios da análise e desenvolvimento de questões ligadas à percepção num prejeto de ensino é o desenvolvimento de conceitos que promovam um maior aprendizado e fixação dos usuários.

terça-feira, 16 de janeiro de 2007

[ SE ] Dinâmica de Sistemas: o começo de tudo...

Existe um princípio da Dinâmica de Sistemas baseado na seguinte lógica: A cognição humana não consegue identificar todas as causalidades e conseqüências das situações com as quais convive.

Assim, a Dinâmica de Sistemas surge, em meados dos anos 50 do século passado, para desenvolver mecanismos de simulação em que as pessoas pudessem melhor compreender os cenários nos quais estão inseridos, através de uma modelagem que aumentasse o seu grau de percepção.

Enxergar sistemicamente significa entender o ambiente nas suas relações de causalidades, ou seja, identificar as variáveis influenciadoras do tema em questão, bem como as suas implicações práticas.

Nesse sentido, vem sendo desenvolvidas metodologias que auxiliam as análise de sistemas. Houve até mesmo um "boom" em uma das escolas da Teoria Geral da Administração em relação a Teoria dos Sistemas.

Contudo, na década de XX também do século passado, com a evolução das tecnologias informáticas de ponta, foi possível a prática de conceitos de simulação em sistemas de computadores. Esse avanço foi um marco em termos de produtividade e de aplicações acadêmicas e mercadológicas.

Um exemplo clássico e ainda vigente é o investimento de grandes corporações em softwares que conseguem simular cenários do seu mercado, possibilitando a modelagem de estratégias e a tomada de decisões.

Atualmente, novas tendências de simuladores vêm surgindo no mundo coorporativo, por exemplo, os de desenvolvimento de competências das pessoas, já que é possível moldar as atividades a serem simuladas, viabilizando treinamentos e avaliações.

Ainda em desenvolvimento de competências, possibilitado pelo uso de simuladores, muitas universidades estão utilizando essa tecnologia para passar o conteúdo proposto e avaliar resultados das atividades de maneira mais dinâmica e efetiva.

Essa poderosa combinação entre dinâmica de sistemas e sistemas computacionais estão trazendo muitos benefícios do ponto de vista lógico e funcional, tanto para academia, quanto para o mercado, apontando um grande potencial de crescimento e investimentos.